Sim, o mundo já esteve muito melhor.
A normalização do populismo violento
como a relativização do terrorismo
deixa-me cada vez mais angustiado.
Pactuar com a vulgarização do genocídio
como Eichmann e a Banalidade do Mal
que Hannah Arendt tão bem descreveu
deixa-me cada dia mais amargurado.
O presságio das más notícias, da desgraça
que nos traz essa ave de mau agoiro vestida
com as penas da morte e as bombas de Netanyahu
e do seu governo extremista e neofascista.
Não podemos calar perante a demonização
que é feita do Estado de Israel e ao mesmo tempo
temos de levantar a voz e afirmar sem medo
estar contra o sionismo radical não é ser antissemita.

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